O Carnaval é uma das festas mais animadas
do país, sinônimo de curtição, alegria e jovialidade. Entretanto, para
muitos foliões essa época do ano termina cheia de lembranças e algumas
preocupações devido à negligência que pode levar as doenças sexualmente
transmissíveis.
Para este ano, o poder público promete intensificar a campanha com as
mulheres entre 16 e 24 anos e os homossexuais. A coordenadora do
programa DST/Aids da Secretaria Municipal de Saúde, Laura Branquinho,
garante a necessidade de ter esse público como alvo.
O vírus HIV pode ficar sem se manifestar, permanecendo inativo em um
indivíduo infectado por um período que pode ser extremamente longo. Ou
seja, uma pessoa pode estar infectada com o HIV, mas permanecer a vida
inteira apenas como portadora do vírus.
A campanha deste carnaval coordenada pelo Ministério da Saúde irá
consistir na distribuição de material educativo para a prevenção da Aids
e DSTs. A recomendação continua sendo a utilização de preservativos.
A coordenadora Laura Branquinho aponta também uma velha dificuldade a
ser superada: as mulheres ainda tem dificuldade para pedir que os
parceiros utilizem camisinha.
Outra doença sexualmente transmissível que será foco da campanha é a
sífilis. Transmitida por bactéria, os sintomas dela são a aparição de
uma lesão, denominada cancro duro, no local da inoculação após
aproximadamente três semanas, o que caracteriza o período primário.